sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Desafio do feriado

Depois da costumeira base gestual, resolvi ir além neste exercício estabelecendo como desafio a tradução da essência visual da ave, explorando a linha como meio de criar textura, limitando-me ao uso de hachuras, linha orgânicas e borracha para esculpir (e também como ferramenta que possibilita o retorno para as asserções que não funcionassem visualmente), diminuindo assim consideravelmente a importância a massa.




2 comentários:

  1. Maurício, eu relutei um pouco para fazer MAIS UM comentário. Pensei: chega de ficar SÓ fazendo comentários, o negócio é ir LÁ estudar e praticar. Mas...enquanto eu não apareço por aí, não me resta outra coisa. Como já disse em outras ocasiões, se não fosse pela distância (que nem é tão grande) e outros empecilhos já estaria aí de velho. Mas, se Deus quiser (como diz todo bom brasileiro), eu apareço. E eu já estava até esquecendo do principal: o peru! Ficou realmente muito bom. Aproveito para deixar aí uma pequena tirada bem humorada do Zé Simão (Folha de São Paulo): Se o pobre do peru é que vai para a assadeira (no Natal), por que a missa é do galo?

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  2. Oi Miguel, essa piada foi do peru! rs.
    A grande dificuldade deste desenho foi manter o foco sobre as possibilidades de variar a linha sem querer reproduzir a textura via detalhe. E manter a atenção por muito tempo chega a ser cansativo. No final, já não estava aguentando tanto. Levei uns 3 dias para completa-lo.

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