sexta-feira, 8 de abril de 2011

Movimento em silêncio

lápis grafite


Outro dia, estava olhando para a foto desta estátua de terracota, passada por um ex-aluno, pertencente ao acervo do Metropolitan de Nova Iorque. Toda vez que a olhava, exercia uma grande atração em mim, mas não sabia dizer por quê. O que incitou a minha curiosidade foi o fato de ser simultaneamente tão simples e forte. Movido mais por impulso, resolvi desenhá-la em grafite para ver o que acontecia. Enquanto interagia com o desenho, pude visualizar a resposta: há muito vigor, embora discreto, neste tipo de movimento contínuo, sutil e silencioso, que se desdobra no campo indizível das formas que não possuem nome ou definição.

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